O cacau em pó é um tipo de pó marrom que pode extrair e refinar os grãos do cacau. É rico em proteínas, vários aminoácidos e vitaminas e traz muitos benefícios ao corpo humano. Existem muitos processos envolvidos na produção do cacau. Aqui está uma breve introdução sobre como fazer o pó.
Valor nutricional
O cacau em pó extraído das sementes de cacau tem um sabor puro e textura fina. Além de proteínas, aminoácidos e vitaminas, também possui uma variedade de alcaloides com atividades biológicas. Este alcaloide tem as funções de fortalecer o estômago e estimular a secreção de suco gástrico, que pode melhorar eficazmente os problemas de doenças intestinais.

Por outro lado, a composição química do cacau em pó pode prevenir e tratar eficazmente doenças cardíacas, diabetes, hipertensão e outras doenças.
(Lembre-se apenas: não pode comer se tiver problemas de estômago.)
Como é um bom cacau em pó?
Geralmente, se o pó é um produto de qualidade é julgado principalmente pelos seguintes pontos:
- Veja: o cacau bom não amassa porque tem pouquíssima água. Em segundo lugar, os pós de cacau naturais tendem a ser castanhos claros e, se forem mais escuros, podem ter sido adicionadas cascas de cacau ou corante alimentar.
- Toque: pó de alta qualidade com torção de dedo, a sensação será muito delicada.
- Cheiro: O cacau natural tem um aroma leve e delicado. Após a fermentação, é preferível um pó com aroma rico e duradouro.
Como fazer cacau em pó
Na verdade, os cacaus passam por múltiplos processos antes de serem transformados em pó.
Em primeiro lugar, com a máquina de fazer manteiga de cacau as sementes de cacau em manteiga de cacau, a manteiga de cacau contém óleo após a moagem, pelo que o próximo passo será usar uma prensa de óleo, para separar a manteiga de cacau contendo alguma gordura. O material processado forma um bolo, que é finalmente desfeito e seco, e depois moído.

Uma máquina de moagem tem as vantagens de um bom efeito de moagem e alta eficiência de moagem. E é também um passo indispensável na linha de produção de cacau.
